sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
FABIANO GALDINO: Fabiano Galdino critica constantes votos de aplaus...
FABIANO GALDINO: Fabiano Galdino critica constantes votos de aplaus...: Ao comentar os constantes votos de aplausos dos vereadores na Câmara Municipal de João Pessoa e em especial o aprovado a partir da inic...
Fabiano Galdino critica constantes votos de aplausos na Câmara Municipal de João Pessoa
Ao comentar os constantes
votos de aplausos dos vereadores na Câmara Municipal de João Pessoa e em
especial o aprovado a partir da iniciativa do vereador Sérgio da Sac, o
secretário-geral do PSOL de João Pessoa, Fabiano Galdino, lamentou essas
iniciativas de vereadores da situação e insinuou que questões mais relevantes
deixam de ser debatidas pelos vereadores.
O dirigente do PSOL classificou
como desnecessário o mais novo voto de aplauso proposto pelo vereador Sérgio da
Sac para homenagear o prefeito Luciano Cartaxo. “Os vereadores da situação na
Câmara Municipal de João Pessoa são mesmo sem 'noção'. Aprovaram voto de
aplauso porque o prefeito Luciano Cartaxo antecipou o pagamento da segunda
parcela do décimo terceiro salário dos servidores”, ironizou.
“Essa ideia 'brilhante'
ganhou o convencimento na Casa e foi aprovada. Enquanto se aplaude o prefeito
pela obrigação de pagar o que deve, dentro do previsto na legislação, já que
não pode esse pagamento passar do dia 20, cresce o número de pessoas na
informalidade na cidade. Um exemplo disso se percebe dentro dos transportes
coletivos. Pessoas vendendo bomboniere e similares para sobreviver”, disse.
Segundo o dirigente do
PSOL, que é um pré-candidato a prefeito pelo partido, falta sensibilidade à
Câmara de Vereadores para sentir o drama social de pessoas na cidade. Argumentou
que há informalidade também no centro da cidade, com cada vez mais pessoas
atuando como camelôs, sem o devido ambiente para tal.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Dirigente do PSOL diz que PSB e PSDB não produzem o desenvolvimento do Estado
Em festa de aniversário, o
presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, disse não acreditar no rompimento
da aliança entre o PSB e o PSDB, com vistas às eleições de 2014. “O rompimento
da aliança entre PSDB e PSB e uma eventual candidatura do senador Cássio Cunha
Lima ao Governo do Estado não produzirá novidade à cultura política no Estado e
não representa mudança nos rumos administrativos do Estado”, afirmou.
“Cássio e Ricardo são faces
de um mesmo projeto governamental. Juntos ou separados, eles representam a
manutenção do mesmo quadro de subdesenvolvimento do Estado”, avaliou Galdino,
acrescentando que “o povo não tem pressa para que o velho se repita. Cássio já
governou a Paraíba por dois mandatos, o último interrompido sabe-se por que. E,
quando se avalia situações como violência, seca e pobreza, não se pode negar a
inércia dessas gestões diante da problemática”.
Galdino observa que Cássio é
beneficiário dos cargos no Governo do PSB. “O silêncio de Cássio talvez
materialize a culpa”, ironizou, ao considerar que a preocupação de Cássio é
manter-se no foco da novela política, mesmo não sendo o principal protagonista.
Com relação ao PSOL, Galdino
revelou que seu partido busca consolidar seus nomes para a disputa ao senado e
ao Governo do Estado, através da intensificação dos debates sobre a realidade
paraibana.
Neste sábado, Galdino reuniu
amigos para festejar a passagem de seu aniversário. Entre os presentes, o
pré-candidato ao senado, prof. Nelson Junior, Marcos Dias, Calaço dos Correios,
entre amigos do Curso de Direito e outros.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
O problema dos calçamentos de ruas existe e persiste no governo petista
João Pessoa é uma cidade
que não tem um prefeito bem assessorado e bem determinado para elevar a
prestação de seus serviços à população. João Pessoa é uma cidade que não tem
uma boa representação de vereadores na Câmara Municipal.
Nasci em João Pessoa e não
estou nada satisfeito com isso: a representação política que administra minha
cidade. Há muitas coisas para serem
feitas a fim de mudar a história de minha cidade. Espera-se profundas mudanças nos
serviços prestados à população por essa representação política no poder,
expressa no prefeito, seus secretários e vereadores -- cada um com papéis
previamente definidos. Mas, hoje só quero falar de uma coisa: a pavimentação da
rua onde moro.
A rua onde fica minha casa
ainda não é uma rua bem-sucedida. E a casa onde moro, há muitos anos, fica numa
rua marcada por areias, buracos e pedras. Prefeitos e vereadores foram mudados
com o passar do tempo, com o fim de mandatos e não reeleição de vereadores, mas
o tempo não viu chegar calçamento em minha rua. Diferente de outras ruas que,
por ficarem localizadas em bairros nobres, já estão pavimentadas, a rua onde
moro não tem qualquer previsão do poder público para ser calçada.
Ao redor de minha rua,
ficam outras e outras ruas, que ainda não foram calçadas e se encontram sem
sorte para mudarem de ‘vida’. Vão continuar indefinidamente feias, esburacadas,
desniveladas e inimigas dos veículos e pedestres.
Neste dia 3 de janeiro,
fico pensando enquanto chega a hora do sono e noto que a feiura de minha rua
pode continuar por mais um tempão. Lembro que o problema dos calçamentos de
ruas existe e persiste no decorrer dos vários governos que a cidade já teve. Há
bairros que possuem grande quantidade de ruas já calçadas, ficando alguma, no
entanto, no isolamento dos buracos, pedras e areias. Outros bairros crescem e
ficam cada vez mais desprovidos da ação da prefeitura na área de pavimentação de
suas ruas.
Mas uma questão me deixa
inquieto: se João Pessoa é uma cidade assim, sem prefeito que planeja e sem
vereadores que legislem motivados para melhorar os serviços à população, quem
os elegem e os mantêm com o condão da representação política e administrativa?Para dar um mandato inútil
aos 27 vereadores e maioria parlamentar ao prefeito, João Pessoa é a cidade que
tem eleitores que representam mal e inadequado o voto. Felizmente, eu e tantos
outros não representamos esse voto nem esse governo com o parlamento submisso.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Direitos de Valentina: Governo explora politicamente a condição humilde d...
Direitos de Valentina: Governo explora politicamente a condição humilde d...: Motivado a comentar sobre o abono do Bolsa Família, propagandeado pelo Governo do Estado, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdin...
Governo explora politicamente a condição humilde de paraibanos
Motivado a comentar sobre o abono do
Bolsa Família, propagandeado pelo Governo do Estado, o presidente estadual do
PSOL, Fabiano Galdino, questionou o
valor do benefício e chegou a dizer quer Ricardo Coutinho comemora o abono e oferece ‘esmola’ para o povo humilde.
Galdino reconheceu a necessidade de
parcela da população para com o benefício, mas alertou, com propriedade: “É
evidente que há muita pobreza na Paraíba. Esse abono de 32 reais tão festejado
pelo governo estadual demonstra isso”.
Segundo Galdino, a condição humilde
de muitos paraibanos não pode ser explorada politicamente por nenhum governo. “Não
se trata de ser contra a que se dê assistência aos que necessitam, mas
comemorar uma ‘esmola’ é algo que humilha a pobreza”, disse.
Após afirmar a linha oposicionista do
PSOL ao governo do PSB na Paraíba, o presidente do PSOL fez uma comparação entre
o atual governo e governos passados.E atacou o governo do PSB: “Pretendente ao
novo, RC repete o velho e ainda tenta fazer eleitoralismo com o abono do Bolsa
Família. Paraíba precisa mudar”,criticou.
“Sabemos que historicamente o Estado da
Paraíba sofre com governos que governam para uma minoria privilegiada”, afirmou,
considerando que as experiências dos governos na Paraíba não é progressiva e
nem visam os interesses populares.
“Para as pessoas humildes do povo o que resta
é o presente de natal denominado de abono do bolsa familiar no valor de 32
reais”, arrematou. E finaliza: “A Paraíba permanece a mesma da época dos Cunha
Lima, dos Maranhão e de tantos outros grupos que mantem o Estado sob o atraso”.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
PSOL ainda não fechou chapa proporcional
O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, admitiu a
possibilidade de disputar uma vaga no legislativo estadual nas eleições 2014.
“Ainda não tomei essa decisão. Poderei fazer isso [sair
candidato], para contribuir com a formação da chapa proporcional do PSOL rumo à
Assembleia Legislativa”, revelou.
Galdino considera que seu partido precisa ousar nas
estratégias dos eventuais candidatos proporcionais. “Entrar na disputa com a
ousadia de provocar o eleitorado para a reviravolta no legislativo é
indispensável ao nosso partido”, completou.
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