sábado, 11 de janeiro de 2014

Dirigente do PSOL diz que PSB e PSDB não produzem o desenvolvimento do Estado


Em festa de aniversário, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, disse não acreditar no rompimento da aliança entre o PSB e o PSDB, com vistas às eleições de 2014. “O rompimento da aliança entre PSDB e PSB e uma eventual candidatura do senador Cássio Cunha Lima ao Governo do Estado não produzirá novidade à cultura política no Estado e não representa mudança nos rumos administrativos do Estado”, afirmou.

“Cássio e Ricardo são faces de um mesmo projeto governamental. Juntos ou separados, eles representam a manutenção do mesmo quadro de subdesenvolvimento do Estado”, avaliou Galdino, acrescentando que “o povo não tem pressa para que o velho se repita. Cássio já governou a Paraíba por dois mandatos, o último interrompido sabe-se por que. E, quando se avalia situações como violência, seca e pobreza, não se pode negar a inércia dessas gestões diante da problemática”.

Galdino observa que Cássio é beneficiário dos cargos no Governo do PSB. “O silêncio de Cássio talvez materialize a culpa”, ironizou, ao considerar que a preocupação de Cássio é manter-se no foco da novela política, mesmo não sendo o principal protagonista.

Com relação ao PSOL, Galdino revelou que seu partido busca consolidar seus nomes para a disputa ao senado e ao Governo do Estado, através da intensificação dos debates sobre a realidade paraibana.

Neste sábado, Galdino reuniu amigos para festejar a passagem de seu aniversário. Entre os presentes, o pré-candidato ao senado, prof. Nelson Junior, Marcos Dias, Calaço dos Correios, entre amigos do Curso de Direito e outros.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O problema dos calçamentos de ruas existe e persiste no governo petista


João Pessoa é uma cidade que não tem um prefeito bem assessorado e bem determinado para elevar a prestação de seus serviços à população. João Pessoa é uma cidade que não tem uma boa representação de vereadores na Câmara Municipal.

Nasci em João Pessoa e não estou nada satisfeito com isso: a representação política que administra minha cidade. Há muitas coisas para serem feitas a fim de mudar a história de minha cidade. Espera-se profundas mudanças nos serviços prestados à população por essa representação política no poder, expressa no prefeito, seus secretários e vereadores -- cada um com papéis previamente definidos. Mas, hoje só quero falar de uma coisa: a pavimentação da rua onde moro.

A rua onde fica minha casa ainda não é uma rua bem-sucedida. E a casa onde moro, há muitos anos, fica numa rua marcada por areias, buracos e pedras. Prefeitos e vereadores foram mudados com o passar do tempo, com o fim de mandatos e não reeleição de vereadores, mas o tempo não viu chegar calçamento em minha rua. Diferente de outras ruas que, por ficarem localizadas em bairros nobres, já estão pavimentadas, a rua onde moro não tem qualquer previsão do poder público para ser calçada.

Ao redor de minha rua, ficam outras e outras ruas, que ainda não foram calçadas e se encontram sem sorte para mudarem de ‘vida’. Vão continuar indefinidamente feias, esburacadas, desniveladas e inimigas dos veículos e pedestres.

Neste dia 3 de janeiro, fico pensando enquanto chega a hora do sono e noto que a feiura de minha rua pode continuar por mais um tempão. Lembro que o problema dos calçamentos de ruas existe e persiste no decorrer dos vários governos que a cidade já teve. Há bairros que possuem grande quantidade de ruas já calçadas, ficando alguma, no entanto, no isolamento dos buracos, pedras e areias. Outros bairros crescem e ficam cada vez mais desprovidos da ação da prefeitura na área de pavimentação de suas ruas.

Mas uma questão me deixa inquieto: se João Pessoa é uma cidade assim, sem prefeito que planeja e sem vereadores que legislem motivados para melhorar os serviços à população, quem os elegem e os mantêm com o condão da representação política e administrativa?Para dar um mandato inútil aos 27 vereadores e maioria parlamentar ao prefeito, João Pessoa é a cidade que tem eleitores que representam mal e inadequado o voto. Felizmente, eu e tantos outros não representamos esse voto nem esse governo com o parlamento submisso.